segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Seriados americanos - segunda-feira, House


Seriado aqui nos EUA é uma febre comparável, para mim, com as novelas brasileiras. Mas nem de longe os enredos e produções são tão simplistas e dicotômicas como estas.

Tem seriado americano para tudo quanto é gosto, disposição intelectual, preguiça cultural ou diversão proposital. Acho que todas elas já passam no Brasil, pelo menos nos canais a cabo. Mas aqui, os canais de TV abertas detém a maioria delas.

E geralmente eles começam as novas temporadas no outono – estação atual no hemisfério norte – e na primavera. Então fica todo mundo esperando, ansiosos para ver os novos episódios das séries prediletas. Semana passada foi a semana de estréias da maioria e ficamos loucos porque algumas coincidem horários em canais diferentes – nada que a internet não resolva!

Cada dia da semana vou dar o meu humilde parecer sobre essas estréias. Embora não pretenda aqui fazer nenhuma crítica de alto nível, darei minha opinião, farei resuminhos do capítulo de estréia, tentando não passar muita informação ao ponto de estragar o prazer de alguma surpresa – ou seja fazer revelações sobre o enredo ou, como se diz, trazer spoilers.

Segunda-feira é dia de House. Gosto dessa série desde que começou, em 2004. A premissa de ter um médico honesto – Gregory House (Hugh Laurie) – ao ponto de ser grosseiro, mas super-ultra-mega competente, faz bem num mundo onde a medicina já deixou de ser “para o bem do doente”, como queria Hipócrates. E as similaridades com Sherlock Homes também divertem: os dois são gênios da medicina legal, músicos, usuários de drogas, arredios, e nem um pouco amigáveis, misantropos eu diria. E as discussões em torno de certos comportamentos que ele apresenta são frescas, novas. Gosto muito.

O dia de estréia dessa temporada teve 2 horas de duração, com o enredo todo em torno da luta interna do personagem de Laurie na clínica na qual ele havia se internado no final da temporada passada (para quem perdeu, Dr. House começou a ter visões que achou que provinham do uso discriminado do opiáceo Vicodin e decidiu se internar voluntariamente).

Adorei o psicólogo que conversava com ele e todos os dramas dos outros pacientes sendo desvendados. A edição foi uma surpresa, as imagens fortes. O chato é que House está no canal da FOX às 8 da noite, mesmo horário da série Heroes, que também gosto, mas não vi. Vou ter que achar um tempinho para assistir essa na internet.

Uma completa descrição dessa série você encontra no site Wikipedia.

Há também nesse dia uma série que só teve uma temporada chamada “Lie to me” – Minta para mim, com o ator Tim Roth. O calendário da Fox diz que será exibida às segundas-feiras, depois de House, às 9 da noite. Mas o capítulo de estréia dessa temporada vai ser exibida hoje à noite, então amanhã falo sobre essa série.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Brazilian Day

Ainda não entendi muito qual é a idéia, mas tem uma coisa que os brasileiros fazem por aqui para comemorar a semana de independência Brasileira em algumas cidades americanas que eles chamam de Brazilian Day, Dia Brasileiro.
Fui à minha primeira festividade desse tipo no início de uma semana tão ocupada que me impediu de vir aqui, por isso deixo mais fotos do que texto.

Dancei pagode, comi coxinha, pastel de vento e tomei guaraná Antartica, saudades… Vai entender esses brasileiros sem pátria...




sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Lendas, boatos e folclore na internet

Ontem, dia 27 de agosto, tive a decepção de cair num boato internético. E perder meu tempo até descobrir que era vítima de uma lenda que vem circulando pela internet há anos.

Fiquei extremamente desapontada comigo mesma afinal, como boa jornalista, sou obrigada a checar as fontes de qualquer informação. Mas também fiquei extremamente desapontada e frustrada em ter que admitir que há muita gente por aí que usa a internet para espalhar terror, medo e assustar pessoas que acreditam em tudo o que houvem. E há outras que são somente vítimas mas que acabam sendo cúmplices de tais atos quando reenviam esses emails sem checar a veracidade dos mesmos.

O boato que caí – não sei se vocês receberam esse email – foi sobre a notícia de que na noite do dia 27 de agosto o planeta Marte apareceria no céu num tamanho tão grande que chegaria a ser visto a olho nu, sendo comparado ao tamanho da Lua.

Eu e Robert preparamos o telescópio, porque queríamos ver também a superfície de Marte, e esperamos o céu escurecer bastante - afinal aqui é verão e demora um pouco para isso acontecer - e nada. Acabei correndo para o computador para procurar mais informação sobre o caso - sei lá talvez nós tínhamos a data errada, ou algo assim. Mas…

Nada disso. Acontece que, em 2003, ocorreu um fenômeno em que Marte apareceu um pouco maior e brilhante, por causa da proximidade com a Terra ter se estreitado. Isso acontece, segundo astrônomos, a cada 73 mil anos.

Mas, desde então, alguém continuou mandando a mensagem avisando sobre o fato. Agumas pessoas fizeram umas edições que resultaram em interpretações confusas e outros omitiram o ano do acontecimento e, voilá, criou-se uma lenda internética, um hoax, como se chama aqui. Várias versões foram sendo inventadas, inclusive uma, que eu recebi, com fotos e tudo do planeta Marte ao lado da Lua e quase do tamanho desta!

Acredito que as pessoas repassem esses emails com boa intenção. Esse tipo de boato não faz mal à ninguém, apenas me fez gastar meu tempo procurando Marte pelos céus da Califórnia - mas até que a vista da Lua fez valer a pena.

Porém, há emails que têm a estrita intenção de espalhar vírus nos computadores ou fazer com que você tome uma atitude não muito inteligente contra você mesmo. Por isso, todo cuidado é pouco ao reenviar mensagens onde não se contém a fonte ou que não são checadas se verdadeiras ou não.

Uma outra atitude que acho importante para prevenir esse tipo de boato: quando vocês reenviarem mensagens, retirem os nomes e e-mails das pessoas por onde os e-mails já passaram. Tem programas rodando na internet para ”pegar” tudo que estiver antes e depois de um “@”. Isso é vendido para Spamers (Propagandistas), que muitas vezes espalham vírus.

Acho que uma outra solução para isso é a seguinte: quando for mandar uma mensagem para mais de uma pessoa, não envie com o “para” nem com o “Cc”, envie com o "Cco" (Carbon copy ocult – Cópia de carbono oculta), ou “Bcc” (Blind carbon copy – Cópia cega de carbono) que não vai aparecer o endereço eletrônico de nenhum destinatário.

Algumas outras dicas:

1) Grandes empresas NÃO usam correspondência do tipo corrente. A Microsoft e a AOL NÃO estão oferecendo US$ 245 a cada repasse de email.

2) A MTV NÃO lhe dará o direito de ficar nos bastidores se você remeter correspondência a um monte de gente.

3) NÃO é porque alguém escreveu, quatro degraus anteriores da pirâmide, "nós checamos e isto é verdadeiro", que é verdade. Tudo depende da credibilidade da pessoa que afirma isso. Você a conhece? Pessoalmente?

4) NÃO existe uma organização de ladrões de fígado. Ninguém está acordando numa banheira cheia de gelo, mesmo se um amigo jurar que isto aconteceu ao primo do amigo dele. Venda de órgão, já isso sim existe, mas é feita com a autorização do vendedor, apesar de ilegal.

5) Se o(s) último(s) desastre(s) envolvendo foguetes da NASA espalharam partículas de plutônio sobre a Costa Leste americana, você acha realmente que esta informação chegaria ao público por mail? E com a raridade de informações? Leia jornais, assista a bons programas jornalísticos, informe-se.

6) NÃO existem os vírus "Good Times", "Bad Times", "Sapinhos Budweiser" etc. Na verdade, você NUNCA, mas NUNCA mesmo, deve reenviar qualquer mail alertando sobre vírus antes de primeiro confirmar se um site confiável de uma companhia real o tenha identificado. Tente em:
http://www.symantec.com/security_response/index.jsp (Eu mesma chequei esse endereço).

E mesmo assim, pense duas vezes antes de passar adiante. Lembre-se, alguns vírus podem infectar a máquina só de serem lidos no Outlook. Esse é mais um terrível terrorismo on-line.

7) Corte aqueles quilômetros de cabeçalhos dos emails - os que contém os nomes e emails de todo mundo que também recebeu o email que você está reenviando.

8) Existem mulheres que estão realmente sofrendo no Afeganistão, e as finanças de diversas empresas filantrópicas estão vulneráveis, mas reenviar um email NÃO ajudará esta causa. Se você quiser ajudar, procure seu deputado, a Anistia Internacional, uma Organização Não-Governamental ou a Cruz Vermelha. Emails que contém os "abaixo-assinado" geralmente são falsos, e nada significam para quem detém o poder para fazer alguma coisa sobre o que está sendo denunciado. São apenas meios de se obter endereços eletrônicos.

9) NÃO existe nenhum projeto para ser votado no Congresso que reduzirá a área da Floresta Amazônica em 50%; e nem para deixar de cobrar pedágio; portanto NÃO perca tempo nem “pague mico” assinando e repassando aqueles furiosos abaixo-assinados de protesto, ou comunicando este tipo de coisa. Caso você fique em dúvida sobre a veracidade de emails desse tipo, entre nos sites governamentais relativos ao assunto para confirmar se eles são verdadeiros ou não.

10) Você NÃO vai morrer, nem ter azar no amor se arrebentar uma corrente. Sejamos inteligentes e recusemos esse tipo imbecil de ajudar hackers e spammers (propagandistas).

11) Escrever um email ou enviar qualquer coisa pela internet é fácil. NÃO acredite automaticamente em tudo. Observe o texto, reflita, analise tudo antes de repassar aos amigos. As pessoas recebem vários emails por dia, não os faça perder tempo lendo algo que pode nem ser verdade.

12) Quando nós recebemos mensagens pedindo ajuda para alguém, com alguma foto comovente, não repasse apenas “pra fazer a sua parte”. Pode haver alguém cheio de má intenção por traz deste email. Sempre verifique a veracidade das informações. Além disso, próximo de sua casa, há sempre alguém carente que você pode ajudar, ou um abrigo de animais precisando de voluntário, se esta for sua opção de vida.

13) Cuidado! Muito cuidado com mensagens-lista de dados de pessoas, que cada um vai assinando, colocando seus endereços e telefones reais, repassando. Estas informações podem facilmente ser utilizados por assaltantes, seqüestradores, etc.

14) Evite repassar e-mails já conhecidos. Há pessoas que enviam o mesmo e-mail 5 ou 6 vezes.

15) Seja educado e responda a todos. Se você forneceu seu email para alguém, presume-se que você os verifique pelo menos uma vez ao dia. Afinal, a velocidade de comunicação é o grande barato da internet, não é? Se você é mais facilmente encontrado por telefone, dê essa informação aos seus amigos ou tenha uma resposta automática de emails fornecendo o tempo que você vai levar para respondê-lo. Além disso, utilize-se sempre de endereçamento no campo CCO/BCC, como falei, quando enviar e-mails. Se você usa o Outlook, ao redigir uma mensagem, clique em “Exibir” / “Todos os cabeçalhos” e a linha Cco aparecerá.

16) Agora, sim, EDUQUE seus amigos, filhos e conhecidos, e ajude a colocar ORDEM nessa imensa casa chamada internet. Lembre-se que a cada dia chegam milhares de inexperientes na rede, e quanto mais pudermos ensinar, todos serão benefiaciados.

Use bem a internet! Quando todos fizermos isso, talvez possamos livrar a rede de 80% dos vírus.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Ted Kennedy

Depois de Eunice, o caçula da geração mais ativa dos Kennedy se foi. O senador Edward Kennedy, último irmão da dinastia dos Kennedy, morreu hoje de um câncer maligno no cérebro. Não resta na família ninguém à altura de seu carisma e de seu talento como orador.

Ted Kennedy, como era mais conhecido o irmão mais moço do presidente John Fitzgerald Kennedy (1061-63), teve sua chance de ser presidente dos Estados Unidos liquidada por um erro de direção fatal na ilha de Chappaquiddick, perto de Martha's Vineyard, no estado de Massachusetts.

Em 17 de julho de 1969, Mary Jo Kopechne, ex-assessora de campanhas de seu irmão Robert Kennedy (assassinado durante a campanha presidencial de 1968) morreu afogada num acidente de automóvel provocado por Ted. Ele só se apresentou à polícia oito horas depois, levantando suspeitas de que estaria alcoolizado.

Vencido por Jimmy Carter na disputa pela candidatura do Partido Democrata, Ted Kennedy decidiu continuar sua longa carreira no Senado, onde sempre se notabilizou pela defesa das causas liberais e de direitos fundamentais como a cobertura universal de saúde.

No ano passado, ele apoiou Barack Obama na disputa com Hillary Clinton pela candidatura do Partido Democrata à Presidência dos EUA.

Fonte: Vida Global

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Eleições no Afeganistão e porque os EUA não saem de lá



Quase oito anos depois da invasão americana em resposta aos atentados de 11 de setembro de 2001, o Afeganistão realiza sua segunda eleição presidencial sob uma ofensiva da milícia fundamentalista dos Talebã e denúncias de fraude.

Na época, a invasão tinha três objetivos neutralizar e destruir a Al Caeda e Bin Laden; destruir a vasta indústria de ópio no Afeganistão, que seria uma das fontes de renda do grupo; e interromper o tráfico de ópio para os EUA e para o Reino Unido.

Mas, em vez de caçar Osama Bin Laden e sua turma, o governo George W. Bush preferiu desviar suas atenções para o Iraque de Saddam Hussein. O resto, como dizem por aqui, é história.

O presidente Barack Obama herdou duas guerras de Bush. Optou por encerrar a intervenção no Iraque para se concentrar no Afeganistão e no Paquistão, de onde acredita que vem as maiores ameaças terroristas.

A história das relações entre EUA e Afeganistão é longa. No início dos anos 80, os EUA ajudaram os afegãos quando o país foi invadido pela então União Soviética. Treinaram e doaram armas para aqueles que dizem por aí, são os Talebãs de hoje. Um bom filme que mostra essa história é Charles Wilson’s War (Jogos do Poder).

Uma das lições que os americanos parecem ter aprendido com a história dos anos 80 no Afeganistão é que não se pode simplesmente deixar um país em ruínas e abandonar seu povo, depois de uma invasão militar. Há que se ajudar a construir, fisicamente, uma sociedade que geralmente fica completamente destruída e pode ser palco para grupos de revoltados se unirem.

Muitos por aqui têm questionado as razões de se manter tropas no Afeganistão. Talvez os EUA estejam no caminho certo, desta vez.
E continuando nossa série com perguntas – e respostas – que têm probabilidade de aparecerem num teste de naturalização americana, segue:

16. Name one war fought by the United States in the 1900s.(Identifique uma guerra em que os EUA esteve envolvido nos anos de 1900s).

17. What major event happened on September 11, 2001, in the United States? (Qual foi o grande evento que aconteceu em 11 de setembro de 2001, nos EUA?).

18. When must all men register for the Selective Service?(Quando todos os homens devem registrar para o Serviço Seletivo?)

19. Who is the Commander in Chief of the military? (Quem é o Comandante-em-Chefe das Forças Militares?)

Respostas:

16. World War I (Primeira Guerra Mundial); World War II (Segunda Guerra Mundial); Korean War (Guerra da Coréia); Vietnam War (Guerra do Vietnã); Persian/Gulf War (Guerra do Golfo).
17. Terrorists attacked the United States.(Terroristas atacaram os EUA).
18. at age eighteen (18); between eighteen (18) and twenty-six (26) – entre 18 e 26.
19. The President (O Presidente).

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Morre mais um Kennedy

Eunice Kennedy Shriver, irmã mais nova do Presidente Kennedy, morreu ontem, aos 88 anos.
Você provavelmente nunca ouviu falar dessa senhora. Eu também não sabia quem ela era, até me mudar para a Califórnia. Explico: a senhora Eunice era mãe de Maria Shriver, atual primeira dama da Califórina, esposa do governador, Arnold Schwarzenegger.

Mas, Eunice não era somente herdeira de um nome ou bem relacionada politicamente. Eunice criou as Para-Olimpíadas. Isso mesmo, criou.

Já nos anos 60, quando os dois irmãos de Eunice, John e Robert, faziam parte do governo – um era o Presidente dos EUA e o outro Advogado Geral da União do mesmo país – Eunice começou sua luta para chamar a atenção e estimular o debate sobre deficiência mental dentro da agenda nacional.

Tendo uma irmã com a deficiência, a luta da senhora Eunice não cessava. Então, em 1968 ela fundou a “Fundação Special Olympics” (Paraolimpíadas ou Jogos Paraolímpicos). Além de promover esses jogos, a fundação ajuda cerca de três milhões de pessoas com dificuldades intelectuais em 170 países, num total de 228 programas.

Sua eterna luta para com aqueles com deficiência é dita como a mais importante contribuição que um Kennedy tenha dado, para o mundo.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Suprema Corte dos EUA

Com a confirmação da juíza Sonia Sotomayor para a Suprema Corte dos EUA, história está sendo feita. Sonia é a primeira hispânica a ocupar um posto na principal instância do Judiciário norte-americano e a terceira mulher a ocupar uma vaga na Corte. Ela prestou juramento neste sábado passado e vai ocupar o cargo vitalício em setembro.

A Suprema Corte dos EUA é o que no Brasil chamamos de Supremo Tribunal Federal, fazendo parte do Poder Judiciário. A principal ação de ambos é a mesma, guardar Constituição, ou seja, verificar se qualquer tipo de ação que chega até eles está de acordo com a constituição do país ou não. Também se diz que é o órgão que exerce as funções de Tribunal de última instância, ou seja, as decisões ali tomadas não podem ser revertidas.

E continuando nossa série com perguntas – e respostas – que têm probabilidade de aparecerem num teste de naturalização americana, segue:

12. What does the judicial branch do? (Qual é a função do Poder Judiciário?)
13. What is the highest court in the United States? (Qual é a mais alta Corte dos EUA?)
14. How many justices are on the Supreme Court? (Quantos juízes compõem a Corte Suprema dos EUA?)
15. Who is the Chief Justice of the United States now? (Quem é o Chefe da Justiça dos EUA no momento?)

Respostas
12. Reviews laws (Examina as leis); explains laws (explica as leis); resolves disputes, disagreements (resolve disputas e desentendimentos); decides if a law goes against the Constitution (decide se uma lei vai de encontro à Constituição).
13. The Supreme Court (A Suprema Corte).
14. nine (9).
15. John Roberts (John G. Roberts, Jr.).

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Abraham Lincoln, o melhor Presidente que os EUA á teve


Já que estamos falando bastante sobre a importância do Presidente nesse país, não posso deixar de falar de Abraham Lincoln.


Em Ciência Política aqui existe uma coisa chamada Classificação Histórica dos Presidentes Americanos, que provém de pesquisas ou estudos feitos com historiadores, cientistas políticos ou através da opinião pública. O estudo focaliza em alguns tópicos como as conquistas presidenciais, a qualidade de liderança do candidato e obviamentes nos fracassos, insucessos e falhas do presidente, para listar os maiores e piores no cargo.


Nesse ano, quando se comemorava 200 anos do nascimento de Abraham Lincoln, o décimo sexto Presidente Americano, ele foi considerado, numa pesquisa feita com historiadores, o melhor Presidente que os EUA já teve.


Eleito em 1861, Lincoln foi reeleito em 1864, e governou até 1865, quando foi assassinado. Sua eleição para a presidência dos Estados Unidos, em 1860, provocou manifestações que levariam à Guerra de Secessão, quando estados do Sul queriam se separar dos estados do Norte, discordando da idéia de libertação dos escravos. Lincoln soube preservar a unidade do país durante essa guerra civil.


Muitos dos seus discursos e trabalhos escritos constituem um depoimento clássico sobre os ideais e objetivos democráticos. Lincoln foi o primeiro presidente eleito pelo Partido Republicano. Enquanto ocupou a Presidência, ele foi duramente criticado, mas, após sua morte, até mesmo seus inimigos elogiaram-lhe a grandeza de espírito e abnegação.


Uma das minhas frase preferidas, dentre muitas, de Abraham Lincoln: “Books serve to show a man that those original thought of his aren’t very new at all”. (”Livros servem para mostrar um homem que aqueles pensamentos muito originais que ele tinha, não são muito novos, no final das contas.”).


E continuando nossa série com perguntas – e respostas – que têm probabilidade de aparecerem num teste de naturalização americana, segue:


8. Name the U.S. war between the North and the South.(Dê o nome da guerra americana ocorrida entre o Norte e o Sul).

9. Name one problem that led to the Civil War.(Defina um problema que levou à Guerra Civil.).

10. What was one important thing that Abraham Lincoln did? (Qual foi uma das coisas mais importantes que Abraham Lincoln fez).

11. What did the Emancipation Proclamation do?(O que a Proclamação de Emancipação obteve?)


Respostas:
8. The Civil War (A Guerra Civil); The War between the States (A Guerra entre os Estados).


9. Slavery (Escravidão). Economic reasons (Razões econômicas). States’ rights (Direitos dos Estados).


10.Freed the slaves, Emancipation Proclamation (Libertou os escravos, com a Proclamação de Emancipação) Saved (or preserved) the Union (Salvou, ou preservou, a União); Led the United States during the Civil War (Liderou os EUA durante a Guerra Civil).


11. Freed the slaves (Libertou os escravos); Freed slaves in the Confederacy (Libertou escravos na Confederação); Freed slaves in the Confederate states (Libertou escravos nos Estados Confederados); Freed slaves in most Southern States (Libertou escravos na maioria dos Estados do Sul.).

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Presidente dos Estados Unidos


Com a libertação das duas jornalistas americanas, que haviam sido condenadas a 12 anos de prisão na Coréia do Norte por entrar ilegalmente no país, faço uma reflexão da importância do cargo de Presidente neste país.

Como os Estados Unidos não tem relações diplomáticas com a Coréia do Norte, a situação das jornalistas era no mínimo difícil de ser resolvida. Mas, nada como uma boa dose de diplomacia para resolver situações como esta. Durante uma viagem à Coreia do Norte, o ex-presidente dos Estados Unidos Bill Clinton trouxe as duas jornalistas americanas, presas desde 17 de março.

Com as jornalistas em solo americano ficamos sabendo que o acordo já havia sido fechado antes mesmo de Bill Clinton embarcar para o país. E que foi uma solicitação do governo norte-coreano que fez com que um representante de tão alto cargo tenha ido apertar a mão de Kim Jong Il. Ele não quis saber da oferta de Al Gore (um dos donos do canal onde as jornalistas trabalham), vice-presidente. Só queria presidente…

Por quê essa exigência? Como no Brasil, o governo americano é organizado em três poderes: Executivo, Legislativo e Judiciário. E o chefe do Poder Executivo é o Presidente. Porém, diferentemente do Brasil, além de ser o chefe de Estado, nos EUA, o Presidente é o Comandante-em-Chefe das Forças Armadas. Também diferentemente do Brasil, o Presidente é eleito indiretamente, através do Colégio Eleitoral.

A importância do cargo é óbvia em qualquer país com um sistema de governo republicano. Mas aqui há um respeito ao Presidente que provavelmente tem origem na história americana. Vários presidentes são exemplos de bom caráter e humildade para muitos cidadãos.

O primeiro presidente dos Estados Unidos da América, de 1789 a 1797, foi George Washington, chamado de Pai dos Estados Unidos da América. General e político, ele liderou as tropas americanas nas guerras que culminaram com a Independência do país. Não somente por este feito Washington, acho eu, iniciou essa reverência ao cargo. Sua rigorosa dignidade e sentido de decência até hoje surpreendem.

Só para exemplificar, quando eleito, o primeiro Congresso americano votou para pagar a George Washington um salário de 25 mil dólares por ano — uma soma significante em 1789. Washington, um homem já bem sucedido, não pegou o dinheiro! Além disso, após completar dois mandatos ele seria facilmente reeleito mas não quis, segundo ele “para não dar mal exemplo”.

A face e imagem de George Washington é usada com freqüência nos símbolos oficiais dos Estados Unidos. A capital dos Estados Unidos, Washington, DC, é assim chamada em sua homenagem. Possivelmente a mais proeminente comemoração de seu legado é o uso de sua imagem na nota de um dólar e na moeda de 25 centavos.

Uma das mais respeitadas universidades do mundo, a Universidade George Washington, localizada em Washington, DC, teve o terreno do seu campus principal doado por George Washington, que expressou a necessidade de se ter uma universidade e centro de pesquisas de alto nível na capital do país. Fato engraçado porque, de todos os Presidentes considerados fundadores da nação americana, Washington é o único que não frequentou uma Universidade – acho que ele estava um pouco ocupado lutando pelo país…

Dentre sua frases famosas, esta eu gosto muito: Few men have virtue enough to withstand the highest bidder. (Poucos homens têm virtude suficiente para resistir uma oferta alta.). Corrupção é coisa antiga…

E continuando nossa série com perguntas – e respostas – que têm probabilidade de aparecerem num teste de naturalização, segue:

4. Name one branch or part of the government. (Identifique um poder ou uma porção do governo.)
5. What stops one branch of government from becoming too powerful? (O que impede um dos poderes do governo de se tornar muito poderoso?)
6. Who is in charge of the executive branch? (Quem é o chefe do Poder Executivo?)
7. Who makes federal laws? (Quem faz as leis federais?)

Respostas
4. Congress (Congresso), President(Presidente), The courts (As cortes), Executive(Executivo), legislative (Legislativo), Judicial (Judiciário).
5. Checks and balances (Controle e equilíbrio), Separation of powers (Separação dos poderes).
6. The President (O Presidente).
7. Congress (Congresso), Senate and House of Representatives (Senadores e Câmara dos Representantes ou Câmara dos Deputados), U.S. or national legislature (Legisladores nacionais).

terça-feira, 4 de agosto de 2009


Muita gente acha que só porque eu sou casada com um americano que eu me transformei, automaticamente, em uma cidadã americana. Quisera eu, mas não é bem assim.

Para se tornar um cidadão americano há todo um processo que o sujeito tem que passar, começando por descobrir se tem direito ou não a fazer a solicitação à cidadania.

Chama-se naturalização o processo em que uma pessoa que não nasceu no país passa para poder se tornar um cidadão.

A cidadania americana pode ser concedida a indivíduos que tenham residência permanente por pelo menos 5 anos (ou se casados com cidadão americano, depois de 3 anos de união contínua com o seu cônjuge) e que tenham mais de 18 anos de idade.

No processo, vai ser verificado se o sujeito tem bom caráter; se pode ler, escrever e falar inglês (acreditem, existem imigrantes que moram aqui há 25 anos e não falam a língua do país em que vivem!!!). Há testes para verificar se o candidato tem conhecimento de história e governo americanos e uma entrevista.

E outros detalhes, importantes, são verificados, como por exemplo, se o candidato esteve fisicamente presente nos EUA por pelo menos 30 dos 60 meses precedentes à aplicação (18 dos 36 meses acima mencionados para cônjuges de cidadão americano) e não tenham se ausentado dos EUA por período de mais de 1 ano durante o período em que se requer residência contínua.
Se você passar por todo esse processo, e sair limpo quando da verificação da sua vida passada, para ver se você está em dia com as leis do país, e pagar uma taxa, atualmente de 675 dólares, você se torna um cidadão americano! Ufa!

Mas quais as vantagens em ser um cidadão americano? Bem, ser cidadão de um país te dá direitos e deveres. Nesse caso, um dos mais importantes benefcios é que você terá direito a votar nas eleições. Além disso, como cidadão você pode solicitar a vinda de alguns familiares, legalmente, para o país. Você pode viajar com passaporte americano e pode trabalhar em empregos do governo federal. E também, como cidadão, você não pode ser deportado, já como residente apenas, você corre esse risco.

Eu tenho estudado bastante para não fazer vegonha na prova. Há 100 questões que devemos estudar que são fornecidas pelo departamente de naturalização, donde dessas 100, algumas podem aparecer na minha prova e outras nas entrevistas.

Vou colocar umas aqui esse mês para conferir se vocês estão por dentro da história americana. Apesar dos agentes de imigração terem consciência de que há várias respostas para algumas das perguntas (lembrem algumas serão feitas oralmente, na entrevista, então não há opções para você marcar a mais correta), eles dizem que há respostas mais prováveis, que são fornecidas e eu vou colocar logo após as perguntas.

Perguntas do dia:
1. What is the supreme law of the land? (Qual é a lei suprema do país?)
2. What does the Constitution do? (Qual é a função da Constituição?)
3. The idea of self-government is in the first three words of the Constitution. What are these words? (A idéia de auto-governo está nas três primeiras palavras da Constituição, quais são essas palavras?)

Respostas
1- The Constitution (a Constituição).
2- Sets up the government (Organiza o governo); Defines the government (Define o governo); protects basic rights of Americans (Protege os direitos básicos dos americanos).
3- We the People (Nós o Povo).

sexta-feira, 5 de junho de 2009


Desde que me mudei para este país de "Primeiro Mundo" - ou "Desenvolvido" para usar um termo mais moderno-, uma das coisas que me surpreendeu foi o quanto se fala em ser “Green”, ou ser “Verde”, por aqui.

Segundo estudos, os EUA produzem 25% das riquezas mundiais e, consequentemente, são os responsãveis por 25% da emissão de CO2 na atmosfera. Mas o povo aqui é tão consciente e há tantas ações incluídas na rotina dos cidadão para diminuir esse número, que fica difícil entender porque o mundo todo vive culpando os americanos pelo caos em que o planeta se encontra.

Eu me considero relativamente informada sobre o assunto, mas quando me mudei para cá ouvi falar de algo que nunca tinha pensado na vida em fazer em casa: ADUBO, ou COMPOST como eles chamam aqui. Como o povo daqui adora ter jardim e há grama em volta de todas as casas (o que não é muito ecologicamente correto eu sei, porque se usa tanta água para deixar tudo verdinho… mas essa discussão fica para um outro post), haja fertilizante. Então muita gente faz o próprio adubo em casa mesmo, utilizando as sobras de material orgânico que produzem.

Além de latas de lixo diferentes para cada tipo de lixo, como mostrei aqui, além de ter trocado as lâmpadas de casa há anos por aquelas mais eficientes energeticamente falando, e além de tomar muitas outras pequenas atitudes do dia-a-dia que ajudam a conservar o meio-ambiente, vou fazer meu próprio compost. E vou mostrar a vocês como é fácil, barato e que vale a pena.

Aguardem!

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Falência, concordata, o que aconteceu com a GM?


A confusão é geral por aqui e pelo mundo afora. A GM faliu, pediu concordata, foi estatizada? Vou tentar explicar o que aconteceu não em economês, mas em português claro e com a ajuda do Aurélio.

Falir quer dizer simplesmente admitir que você não tem dinheiro para pagar as suas contas. Ou seja, como qualquer boa dona de casa e trabalhador sabem, quando se gasta mais do que se ganha, as contas não fecham no fim do mês e o sujeito tem que ir na venda da esquina avisar o dono que ele vai ter que esperar mais um pouquinho para receber o que se deve.

Numa escala um pouquinho maior, a montadora GM (que eu acho que no Brasil a gente conhece mais como Chevrolet), tem atualmente bens avaliados em 82,9 mil milhões de dólares, metade do valor total da dívida que carrega, que chega a 172,8 mil milhões de dólares.

Depois de tomar um empréstimo do governo, a empresa deveria ter entregue um plano de reestruturação da empresa que convencesse, até o dia 1 de junho. Nada saiu da cabeça dos administradores da GM, maior montadora dos EUA e segunda maior do mundo, que só tinha uma saída: pedir concordata.

Concordata, segundo o Aurélio, é um benefício legal (ou seja, é tudo feito através do sistema judiciário, representado por um juiz) que é dado ao negociante insolvente (falido) e de boa fé (que possa provar que vai dar um jeito na situação, e não está só querendo sair de mansinho de suas responsabilidades) e que obriga o sujeito a lidar com as dívidas que tem conforme a sentença (decisão do juiz).

A GM pediu protecção sob abrigo do Capítulo 11 da Lei americana de falências e concordatas. De acordo com esse capítulo, a montadora continua funcionando normalmente, mas ganha um período de proteção contra credores para se reestruturar. Esta falência surge precisamente para que a fabricante de automóveis se torne mais competitiva.

Após este pedido de concordata, a GM vai ficar agora, maioritariamente nas mãos governamentais. Os EUA deverão ficar com 60% do capital, depois de converter a maioria dos 50 bilhões de dólares de empréstimos, e o Canadá com 12%.

Após este processo será criada uma nova empresa que vai ter veículos das várias marcas da GM (Cadillac, Chevrolet, Buick e GMC) mas agora com uma missão mais direcionada para carros pequenos e eficientes no que diz respeito ao consumo de combustíveis.

Um dos motivos do declínio da GM, pelo que dizem por aí alguns especialistas, foi o mix de produtos, concentrado em automóveis que consomem muito combustível. Com a alta do petróleo e a preocupação com o aquecimento global, a montadora foi perdendo participação de mercado. E com a adoção de novas exigências de milhagem por litro, fabricar carros econômicos é ainda mais importante.

Fundada há 101 anos, a GM foi a maior vendedora de veículos no mundo entre 1931 e 2008, quando a japonesa Toyota a ultrapassou. Mergulhada numa crise sem precedentes — agravada pelo derretimento financeiro mundial iniciado em 2008, mas originada em procedimentos e estratégias empresariais muito questionados, como insistir na fabricação de picapes e SUVs beberrões e poluidores –, a GM começou este ano devendo bilhões de dólares, inclusive ao Tesouro dos EUA, e enfrentando dificuldades para fechar acordos com seus credores.
Outro fator de declínio da GM foram os custos trabalhistas – a mão de obra sindicalizada da montadora era muito mais cara que a de concorrentes como a Toyota. Com a concordata, é possível renegociar uma série de contratos.
No primeiro grande sinal da derrocada, no final do ano passado a General Motors teve de publicar um histórico anúncio admitindo vários erros, fazendo uma auto-crítica arrasadora e, finalmente, explicando aos cidadãos dos Estados Unidos porque se via no direito de pedir dinheiro público emprestado para sair do buraco.

O processo de reestruturação da GM inclui o fechamento de diversas fábricas e unidades nos EUA e o consequente corte de postos de trabalho — as demissões podem chegar a 20 mil, numa estimativa algo conservadora. Ao menos 11 unidades estão com os dias contados, entre elas, cinco fábricas de motores e estamparias, que devem encerrar suas atividades em 2010. Numa medida do que a quebra e severa reestruturação da GM podem fazer com a cadeia produtiva automotiva, cerca de 100 mil empregos podem ser perdidos nas revendas do grupo que serão fechadas nos próximos anos – até 6.000 lojas nos Estados Unidos estariam ameaçadas.

A esperada diminuição da produção, do catálogo de produtos e das vendas gerais da GM devem não só impedir que a empresa recupere a posição de maior do mundo no setor automotivo, como também fazer com que seja ultrapassada domesticamente pela própria Toyota e, num segundo momento, pela Ford – que então se tornaria a maior montadora dos EUA.

A companhia anunciou que não fecha a montadora do Brasil que fará parte do que está sendo chamado de a “Nova GM”.

sábado, 16 de maio de 2009

Anjos e Demônios

Li o livro, gostei.
Hoje fui ver o filme “Anjos e Demônios” - esse filme é baseado em qual livro mesmo?
Sei que diferentes linguagens pedem diferentes abordagens diante de uma história, mas acho que o diretor Ron Howard exagerou. Até mudou o final da história e o Papa eleito!
Vou fazer uma crítica e depois deixo aqui.
De qualquer forma o filme é um bom entretenimento. E só.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Obama conquista o mundo


Quatro horas e meia. Esse foi o tempo necessário para o Grupo dos 20 (G-20) resolver os problemas do mundo. Ou pelo menos alguns deles.

O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, anunciou os principais pontos do documento final da conferência de cúpula do G-20, que aconteceu ontem, na Inglaterra.

O grupo, que reúne os 19 países mais ricos do mundo e a União Européia, organizou o que está sendo chamado de “Declaração de Londres”, que promete criar uma nova ordem mundial para, “juntos, administrarmos o processo de globalização”, manter o compromisso de ajuda aos pobres e promover uma recuperação econômica verde. Um novo encontro deve ser realizado ainda este ano.

A estréia de Barack Obama no circuito internacional está sendo considerada um sucesso. Além de ter negociado separadamente com líderes de países antes difíceis para os EUA, como Rússia e China, ele estará numa reunião da OTAN que tem por fim tentar reestruturar a organização e torná-la mais ágil e capaz de prevenir conflitos no futuro. Visão bem diferente de seu antecessor, George W. Bush.

Definitivamente uma mudança de atitude que o casal Obama levou para o cenário internacional. Só por isso já valeu ao povo americano ter eleito esse presidente.